MANDALABAND – O retorno após 30 anos e Biografia

29/12/2008 at 14:11 (Matérias) (, )

No ano de comemoração de 30 anos do lançamento de seu último e belíssimo trabalho, a inesquecível banda inglesa MANDALABAND anuncia seu retorno aos estúdios.

Embora possa ser considerada como tendo sido sempre fruto dos projetos pessoais do pianista, compositor e arranjador DAVID ROHL, os 2 trabalhos por ela gravados registram alguns dos mais belos e impressionantes momentos da Música Progressiva mundial.

Os álbuns “Mandalaband” (1975) e “The Eye of Wendor: Prophecies” ( 1978 ) merecem figurar em qualquer relação de “melhores do gênero”, sendo itens absolutamente obrigatórios na coleção de qualquer apreciador de Progressivo.

man-1

Mandalaband” (1975)

 

xmandal

The Eye of Wendor: Prophecies” ( 1978 )

 

E, por incrível que pareça, em termos de qualidade e sofisticação, tudo indica que a história se repetirá, pois, da mesma forma que em “Eye of Wendor…”, David se uniu a toda uma série de astros da Música Progressiva e planeja elaborar mais uma grandiosa obra.

Serão 2 diferentes CDs, mas que, unidos, compreenderão um único contexto.
Receberão os títulos de “BC – ANCESTORS” e “AD – SANGREAL” cobrindo, respectivamente a história de algumas das civilizações do mundo antigo (Antes de Cristo) e de algumas lendas da busca ao Santo Graal (o Cálice Sagrado utilizado por Cristo durante a Ùltima Ceia).

A previsão de lançamento de “BC – Ancestors” é para o início de 2009 e “AD – Sangreal” 6 meses após.

l_3ce5ea0e3c1dc69329a8f2c242d610da

BC – Ancestors

Os principais astros já confirmados são:

Woolly Wolstenholme (vocais, piano, mellotron e teclados) – um dos líderes da banda “Barclay James Harvest”, nela atuou de 1967 a 1979, onde se tornou um dos mais importantes “mellotron players” do mundo. Ainda em 79 criou a banda “Maestoso” que, embora com curta duração naquela época, retornou com todo o gás em 2004, já tendo lançado 4 CDs. Wooly participou também de “Eye of Wendor…”

Troy Donockley (Gaitas Uilleanas, Sopros Celtas e Guitarras) – um dos expoentes do cenário Folk Britânico atual, atua constantemente também no cenário Progressivo . Integrante fixo da banda “Iona”, participou também de vários trabalhos e shows de grupos como “Mostly Autumn” e “Magenta”

Ashley Mulford (Guitarras) – antigo membro do Mandalaband original, participou do 1º álbum. Posteriormente foi para o “Sad Cafe”, “Mike & The Mechanics” etc)

Geoffrey Richardson (Viola e Violino) – um dos mais brilhantes do Progressivo nos seus instrumentos, destacou-se amplamente nos trabalhos que fez com as bandas “Caravan” e “Penguim Cafe Orchestra”. Já tocou/gravou com uma infinidade de artistas do Rock/Pop, tais como Frank Zappa, Bob Geldorf, Linda McCartney, Buzzcocks etc

Kim Turner (Bateria e Percussão) – Participou de “Eye of Wendor…” e do grupo “Maestoso”, liderado por Wooly Wolstenholme

Steve Broomhead (Guitarras) ) – Participou de “Eye of Wendor…” e do grupo “Maestoso”,

Marc Atkinson (Vocais e Guitarra Acústica) – pertence ao grupo “Riversea”

Jose Manuel Medina (Vocais, Teclados, Guitarras etc) – Pertence ao grupo “Last Knight”

Algumas músicas já podem ser ouvidas no link http://www.myspace.com/mandalaband3 .

São belíssimas e perfeitamente indicativas do quão preciosos serão os novos CDs.

Biografia

Formada em 1974, poucos grupos na História do Rock devem ter tido uma trajetória tão conturbada e repleta de acontecimentos inusitados quanto esta banda:

Seu início se deu no estúdio de gravação de David Rohl (sugestivamente nomeado com o Progressivo título de “Camel Studios”), quando, pouco a pouco, ele foi conhecendo outros músicos e afinidades foram surgindo. Assim surgiu a MANDALABAND, que logo foi contratada pela gravadora “CHRYSALIS”, uma das mais importantes da época, responsável por expoentes como Jethro Tull, UFO, Ten Years After, Procol Harum, Robin Trower, Gentle Giant e Rory Gallagher.

mandalaband-on-bench1

Da esquerda para a direita: John, Dave, Vic (atrás), Tony (na frente) e Ashley
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewProfile&friendID=347756058

Por ordem de entrada, seus integrantes eram David Rohl (teclados), Tony Cresswell (bateria e percussão), Vic Emerson (teclados e piano), Ashley Mulford (guitarra), John Stimpson (baixo e guitarra) e David Durant (vocais), sendo que este último havia sido indicado por Ashley e John.

Ironicamente, porém, justamente seu líder e principal compositor acabou não participando das gravações do disco. Tal acontecimento se deu pelo fato de que ele desejava ser também o produtor, mas a gravadora o preteriu em prol de John Alcock, já famoso pelo seu trabalho com grupos como YARDBIRDS e THIN LIZZY.

Assim sendo, Rohl desentendeu-se com a diretoria e acabou sendo desligado do projeto. No entanto, logo após as gravações (realizadas em Julho de 1975), foi chamado de volta para remixar de acordo com o que ele havia idealizado, pois o resultado não havia agradado. Dessa forma, David retornou e, após seu brilhante serviço, o álbum foi lançado em outubro do mesmo ano.

No entanto, apesar da extraordinária qualidade do que se tornou o produto final, a divulgação foi insignificante e o álbum passou em brancas nuvens. No Brasil, curiosamente, o álbum foi lançado e sua execução na lendária rádio carioca ELDOPOP FM fez com que se tornasse “cult” no Estado do Rio de Janeiro.

Em termos musicais, todas as 5 faixas são de excelente nível, mas, o destaque vai, indiscutivelmente, para a longa suíte (20:45) “Om Mani Padme Hum”.

Como sua letra baseada no Hino Nacional Tibetano, é toda cantada neste idioma. Eu seu contexto global pode ser apreciado um dos mais belos, complexos e emocionantes arranjos vocais e orquestrais criados no Século XX.

Dividida em 4 Movimentos, após 1 minuto de intrigante introdução, inicia-se de forma absolutamente explosiva, com inúmeras vozes e instrumentos entrando literalmente “pra quebrar”. No seu decorrer, diversas variações acontecem, quase sempre para o lado sinfônico, com melodias emocionantes, ás vezes de grande suavidade, ás vezes de grande “peso” orquestral.

Todos os instrumentistas são brilhantes, mas as partes solistas de guitarra e piano extrapolam em beleza e criatividade.

Como último e fundamental destaque, a impressionante performance do vocalista David Durant, uma das vozes de mais singular timbre que já ouvi, carregada de extrema técnica e de arrebatadora emoção. Indubitavelmente, uma das mais perfeitas atuações vocais na história do Progressivo!!

Incompreensivelmente, porém, Durant foi substituído poucos meses depois (por Paul Young, futuro “Mike & the Mechanics”) e a banda se desfez. Também sem David Rohl, os outros músicos assumiram o nome de SAD CAFE.

Mais incomprensível ainda é o fato de que David Durant simplesmente DESAPARECEU, não havendo qualquer registro do que ele tenha feito após e nem sequer que ainda esteja vivo…

Apesar disso, manteve-se ligado a Chrysalis e, após algum tempo, entraram em um acordo para levar adiante um ambicioso projeto de lançamento de uma trilogia. Com temática semelhante ao hoje clássico “Senhor dos Anéis” de J.R.Tolkien, seria uma odisséia centralizada em uma bela pedra preciosa possuidora de poderes mágicos.

Outras Curiosidades

O guitarrista Ashley Mulford era o mais novo da trupe, tendo apenas 18 anos quando nela se integrou. Ainda bastante inexperiente, viu-se muito nervoso ao fazer o teste e tocar uma música chamada “Witch of Waldow Wood”. Apesar do nervosismo, saiu-se bem e imediatamente foi convidado a integrar o projeto da banda.

Obs: Uma música homônima está no futuro album “Eye of Wendor”: será a mesma??

Em pouco tempo o grupo se completou e, após assinarem contrato com a Chrysalis, foram por ela selecionados para abrir os shows de uma turnê britânica do guitarrista Robin Trower. Tudo então, encaminhava-se à perfeição, mas justamente o espírito demasiadamente jovem de Ashley logo trouxe problemas, pois além de residir em uma comunidade hippie, gostava muito de “fumar todas as ervas que o ajudassem a expandir a consciência”. Para complicar ainda mais, sua namorada engravidou e lá nasceu sua filha. Ficou completamente desnorteado com a situação e para obter dinheiro para levá-las para outro lugar, decidiu vender, nada menos, que sua única guitarra…

Para piorar ainda mais, utilizou parte do dinheiro para fumar suas tão queridas “ervas” e, quando se deu conta, estava ”hospedado” no Centro de Detenção de Buckley Hall…

Isso aconteceu justamente no meio da turnê e a banda teve que imediatamente arranjar alguém que o substituísse!!!

O convocado foi nada menos que Robert Fripp, que estava em vias de extinguir o King Crimson, mas este não aceitou o cargo por considerar as partes de guitarra “muito difíceis”…

Até que ponto esta informação é verídica não se sabe, mas o fato é que, quem teve de se desdobrar foi o tecladista Vic Emerson, que, além da já complexa tarefa que tinha (suas orquestrações eram realmente fabulosas), teve de executar as partes de guitarra com seu mini-moog.

Vic então teve imenso trabalho, mas deu conta do recado e quando foram iniciadas as gravações para o disco, realizou uma dos trabalhos mais brilhantes feitos por um tecladista. A complexidade, beleza e grandiosidade de seus arranjos para “Om Mani Padme Hum” são impressionantes, fazendo crer mesmo que há a presença de uma orquestra, notadamente a Seção de Cordas. Além dos tradicionais pianos (acústico e elétrico), orgão e moog, utilizou o clavinet e o raro clavioline, que, criado para reproduzir os sons dos intrumentos de uma orquestra, foi um dos prîmeiros teclados eletrônicos produzidos na história, mas desde o fim dos anos 60 não mais foi fabricado.

E David Rohl? O que decidiu fazer com a banda?

Retornando ao nosso líder David Rohl, devido ao insucesso quase absoluto do álbum, ele decidiu prosseguir apenas com os seus trabalhos de engenheiro de som e produtor. Inicialmente, trabalhou no estúdio Indigo Sound e lá trabalhou com nomes do peso de Thin Lizzy, Marc Bolan e Barclay James Harvest. Posteriormente, tornou-se engenheiro-chefe do estúdio Strawberry e lá trabalhou com Barclay James Harvest, Maddy Prior, Tim Hart etc

Em meados de 1976 iniciaram-se as gravações, mas, devido a vários fatores, se prolongaram por muito tempo, sendo encerradas somente 2 anos depois .

Os principais fatores foram:
– A real grandiosidade e complexidade dos arranjos idealizados, quase sempre com banda, coral e orquestra.
– A enorme quantidade de músicos e cantores que foram sendo convidados. Embora muito tenham contribuído para o fascinante resultado final, igualmente contribuiram para a morosidade da finalização de cada música
– Os horários restritos para as gravações.
Isso se deveu ao fato que, por razões financeiras, havia a necessidade de que fossem realizadas apenas nos horários que o estúdio Strawberry não estivesse sendo utilizado para seus projetos comerciais normais.

Esses fatores foram efetivamente complicadores, mas, ao mesmo tempo, David teve liberdade total, tanto em termos de criação quanto de tempo de gravação.

Aliado ao fato de possuir um enorme círculo de amigos músicos, a liberdade adquirida possibilitou convidar dezenas deles, que participaram na pura amizade, de forma totalmente gratuita.

A lista dos participantes é imensa, mas entre os de maior destaque estão os vocalistas Justin Hayward (The Moody Blues), Maddy Prior (Steeleye Span), Eric Stewart (10cc) e Paul Young (Sad Cafe e Mike & the Mechanics), o baixista Noel Redding (Jimi Hendrix Experience) e os músicos das bandas Barclay James Harvest e 10cc.
Fundamental destaque também para a “The Hallé Orchestra” e o Coral “The Gerald Brown Singers”.

O álbum recebeu o título de “The Eye of Wendor: Prophecies” e foi lançado em 12 de maio de 1978.
De extraordinária beleza e complexidade, situa-se também entre as obras mais injustiçadas da História, pois mesmo tendo obtido razoável vendagem na Inglaterra, Alemanha, Holanda, Canadá, Japão e Austrália, recebeu insignificante atenção da imprensa. Infelizmente, a época de lançamento não era favorável, pois a Disco Music assolava o mundo e a crítica especializada não possuía mais capacidade de enxergar algo positivo em uma obra Progressiva.

Por essa razão, a Chrysalis decidiu não prosseguir com a trilogia, pois mesmo o custo tendo sido pequeno para uma obra tão complexa (em torno de 8.000 libras), não restava dúvida que um 2º lançamento sairia com custo bem maior.

Com belíssima produção gráfica, “The Eye of Wendor” incluía encarte triplo colorido com todas as informações a respeito do que tratava a estória.
Ao ser editado em CD, em 1992, pela Gravadora RPM, tais informações não foram publicadas e até mesmo a capa original havia sido completamente modificada. Posteriormente, em 2004, a gravadora Eclectic Discs o reeditou com a arte original.

Em termos musicais, “The Eye of Wendor: Prophecies” é esplendoroso e mesmo não tendo uma suíte ao nível de “Om Mani Padme Hum” possui muitos momentos absolutamente encantadores e extasiantes.
Suas referências mais claras são Rick Wakeman (“Journey to the Center…” e “King Arthur”), Barclay James Harvest (“Once Again”) e Moody Blues (“Days of Future Passed”), mas com um grau de complexidade e sofisticação infinitamente maior, sendo, indiscutivelmente, uma das mais perfeitas fusões de Música Clássica Orquestrada com Rock.

Para uma audição perfeita, o ideal é se escutar a obra na sequência, exatamente como foi sua concepção, com a 1ª parte compreendendo o lado 1 (de “The Eye of Wendor” até “Dawn of a New Day”) e a 2ª parte indo de “Departure from Carthilias” até “Coronation of Damien”.

No entanto, existem 8 faixas de uma beleza de tal forma contundente que podem perfeitamente ser escutadas individualmente. Abaixo seguem seus títulos com a respectiva numeração presente no CD:

1 – The Eye of Wendor (4:47): Instrumental c/ banda e orquestra, é de grande beleza melódica e perfeita para uma trilha sonora envolvendo paisagens paradisíacas e imensidões celestes. É a única onde todos os 4 membros do Barclay James Harvest atuam juntos. Entre eles o destaque vai para a guitarra de John Lees. Marcam presença fortemente também os pianos acústicos de David Rohl e de Richie Close e a gaita uileana de Gerry Murphy

5 – Like the Wind (2:42): Composição absolutamente celestial, com destaque para a espiritual voz de Maddy Prior (que, literalmente, transporta o ouvinte para uma outra dimensão…). Belíssimos também as melodias e arranjos para o Coral e Orquestra e fulminante a atuação do baterista Kim Turner.

7 – Dawn of a New Day (4:16): Lindíssima canção, absolutamente perfeita para a voz suave de Justin Hayward que a interpreta magistralmente. Podendo ser considerada como uma das “mais lindas canções dos Moody Blues” tem seu destaque também no maravilhoso piano de D.Rohl, na angelical voz de Fiona Parker, na gaita uileana de Gerry Murphy e nos impressionantemente belos arranjos de coral e orquestra.

8 – Departure from Carthilias (3:00): Com as letras totalmente cantadas pelo incrível coral The Gerald Brown Singers, destaque também para a guitarra de Steve Broomhead e os teclados de David Rohl e Woolly Wolstenholme

10 – Witch of Waldow Wood (4:35): Para os fãs de guitarra, esta possivelmente será a preferida, com ótimos solos de Steve Broomhead e John Lees . Brilhante atuação também do vocalista Kevin Godley. Os arranjos instrumentais, como sempre, são incríveis, com diversos teclados, flauta, trumpetes, oboé etc, em absoluta riqueza de detalhes.

12 – Aenord’s Lament (1:52)

13 – Funeral of the King (1:33)

14 – Coronation of Damien (2:23)

Estas 3 últimas devem, obrigatoriamente, ser ouvidas em sequência, pois sua interligação é absoluta e formam uma mini-suíte.

Juntas constituem o ponto culminante do álbum, onde cai por terra qualquer dúvida sobre a genialidade de Rohl e a perfeição dessa obra-prima.

Os pontos a destacar são inúmeros, mas o mais fundamental é o belíssimo piano de Rohl na 1ª parte e que, em conjunto com a Orquestra de Cordas e o Coral, constitui um dos momentos mais sublimes da História do Rock Progressivo e até mesmo da música mundial.

A parte seguinte modifica bastante o contexto inicial, com a presença de belo solo de saxofone (por Phil Chapman), mas a qualidade permanece ótima.

O encerramento, porém, é novamente com qualidade extraordinária, quase ao nível da 1ª, absolutamente apoteótica e com impecável atuação do Coral

DAVID ROHL – Breve Biografia

david-rohl-strawberry-studios-1975 david-rohl-strawberry-studio-1976

 

David Rohl no Strawberry Studios em 1975 e 1976
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewProfile&friendID=347756058

O genial mentor intelectual da “Banda Mandala” nasceu em 12/09/1950 e iniciou sua carreira musical em 1967 quando formou a banda “Sign Of Life”. Posteriormente, mudou seu nome para “Ankh”, com quem conseguiu assinar com o lendário selo Vertigo para lançar um album que seria produzido pelo DJ da BBC Tommy Vance.
No entanto, a Vertigo desistiu desta produção e provocou a separação da banda.

Decepcionado, Rohl foi estudar fotografia e entre outros serviços, foi o responsável pelas fotos internas do álbum “A Question of Balance” dos Moody Blues. Entre 1974 e 1978 sua história foi descrita no decorrer desse texto.

A partir de 1979, quando o projeto Mandalaband foi definitivamente abortado, passou a trabalhar com Woolly Wolstenholme e criar trilhas sonoras para cinema e TV.

Algum tempo depois decidiu se dedicar a uma antiga paixão infantil: o estudo das antigas civilizações humanas, a egípcia em particular.

Tornou-se então uma das maiores autoridades planetárias no assunto, já tendo publicado vários livros e produzido documentários televisivos.

Atualmente reside na Espanha e, paralelamente ao seu trabalho como Egiptólogo, desenvolve o tão aguardado novo trabalho do MANDALABAND.

david-rohl-o-egiptologo

David Rohl, o Egiptólogo
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewProfile&friendID=347756058

 

mandalaband-estudio-na-espanha-onde-os-novos-cds-estao-sendo-gravados

MANDALABAND – Estudio na Espanha onde os novos CDs estão sendo gravados
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewProfile&friendID=347756058

Links de referência:

http://www.bjharvest.co.uk/wendor.htm
http://www.bjharvest.co.uk/rohl.htm
http://www.myspace.com/david_rohl
http://www.alexgitlin.com/manbd.html
http://music.barnesandnoble.com/search/artistbio.asp?CTR=80082
http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&sql=11:d9fexq85ldhe~T1

Ouça aqui o novo trabalho do Mandalaband:

http://www.myspace.com/mandalaband3

Por Claudio Fonzi

Agradecimentos a Ana Clara MacDowell pelo auxílio na tradução de alguns textos

Anúncios

2 Comentários

  1. Mauro said,

    Excelente texto sobre a banda. Ouvi o 1º disco em uma fita cassete há mais de 20 anos, e desde então é um dos meus favoritos do prog inglês setentista, a suíte é matadora, e as outras músicas no estilo hard prog são excelentes. Parabéns pelo texto e pelo site, com certeza volterei a visitar o site!

  2. Nick form the lovely South of the Netherlands said,

    A review of the new Mandlaband album “BC Ancestors” and interview with David Rohl you can find at http://www.mostlypink.net.

    Have a great day,
    Nick

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: